Capoeira Coquinho Baiano
   















Mestres Godoy e Maya
Fundadores do Grupo



Primeiros capoeiristas do grupo



Mestres Paulão e Tozinho


Mestres e Contra-Mestres atuais da Coquinho Baiano


Ao longo da década de 60 vieram para São Paulo muitos capoeiristas baianos, que chegando aqui, na dura batalha pela sobrevivência estabeleceram-se nos mais diversos ofícios. Por volta de 1967, os mestres Suassuna e Brasília abriram juntos uma academia de capoeira, a Cordão de Ouro.  Na medida em que foram conseguindo alguma estabilidade, os migrantes baianos incentivaram parentes e amigos a fazerem o mesmo.

Suassuna, baiano de Itabuna, pretendendo, no início dos anos 70, abrir uma frente de expansão do ensino da capoeira em Campinas, enviou para essa cidade o capoeirista Tarzan que tinha acabado de migrar da Bahia para São Paulo.

Era 1974 quando os mestres Godoy e Maya iniciaram o aprendizado de capoeira. Ambos treinaram durante um tempo relativamente curto com o mestre Tarzan, pois este se desentendeu com a proprietária da academia e resolveu desenvolver trabalho autônomo com o nome de “Academia Beira-Mar”. O Jurema, que era professor formado pelo mestre Suassuna, ficou no lugar, com o nome de “Academia Senhor do Bonfim”. Quando o Professor Jurema parou com a prática de capoeira, em 1975, Godoy, Maya e Wilton assumiram a função de professores no mesmo espaço físico, ainda sob o nome de “Academia Senhor do Bonfim”. O trabalho cresceu e, em 1976, Godoy e Maya decidiram fundar a “Academia de Capoeira Coquinho Baiano”.

Desde então, passaram inúmeros capoeiristas, dentre os quais muitos se formaram a mestres, contramestre e instrutores. A Academia de Capoeira Coquinho Baiano tornou-se referência de capoeira e palco para encontros e discussões das mais variadas manifestações culturais brasileiras.

Desde 2005, o Grupo de Capoeira Coquinho Baiano passou a ser representado pelos Mestres Paulão, Tozinho e os contramestres Dito, Tuim, Macaco, Marcelo, preservando sua própria história como uma das poucas Associações formadas na década de 70 que resistiram ao tempo.

Atualmente a Coquinho Baiano mantém vários núcleos principalmente no Estado de São Paulo e em alguns paises da Europa, contribuindo para a valorização e o reconhecimento social, cultural e educacional da Capoeira, cultivando a relação Mestre-discípulo, vivenciando a complexidade da Capoeira luta, jogo, dança, música, esporte, expressão corporal, filosofia de vida.


Hino do Grupo
Autor: Mestre Godoy

Bahia, Ô Africa.
Terra de Coquinho Baiano
Na Bahia ninguém pode,
Com Baiano Quebra-Coco
Quebra-Coco, arrebenta a sapucaia
Quero ver quem pode mais!!


 

COQUINHO BAIANO - NOVOS RUMOS, NOVOS DESAFIOS!!!

O CENTRO DE CULTURA POPULAR BRASILEIRA COQUINHO BAIANO, entidade sem fins lucrativos, criado oficialmente em 18/05/2002, tem como objetivo apoiar a prática da Capoeira, atuando na melhoria das condições sociais e materiais de transmissão que possibilitam sua existência.

Visando o aprimoramento técnico dos nossos capoeiristas temos em nosso espaço físico uma área para prática de Capoeira, Biblioteca e sala de vídeo com acervos na área, sendo esse aprimoramento realizado através de atividades educacionais direcionadas por nossos profissionais.

CAMALEÃO - mudando de cor, sem mudar a sua essência


Centro de Cultura Popular Brasileira Coquinho Baiano
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